mapa das Ilhabela praias trilhas e cachoeiras

Praias, trilhas e cachoeiras

Ilhabela é um dos únicos município–arquipélago marinho brasileiro e está localizado no litoral norte do estado de São Paulo, microrregião de Caraguatatuba. A população estimada em 2010 é de 28.176 mil habitantes. Possui uma das mais acidentadas paisagens da região costeira brasileira, com todas as características de relevo jovem.

Com o aspecto geral de um conjunto montanhoso – formado pelo Maciço de São Sebastião e Maciço da Serraria, além da acidentada Península do Boi –, a Ilha de São Sebastião se destaca como um dos acidentes geográficos mais elevados e salientes do litoral paulista, tendo como pontos culminantes o Pico de São Sebastião, com 1379 metros de altitude; o Morro do Papagaio, com 1307 metros; e o Morro da Serraria, com 1285 metros.

Banhado pelo oceano Atlântico, o município está localizado a 135 quilômetros da capital e a 140 quilômetros da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Está situada um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio, que passa sobre a cidade vizinha de Ubatuba.

Ilhabela também é uma das 65 cidades indutoras de turismo do país e destino de sol e mar do Estado de São Paulo para a Copa do Mundo FIFA de 2014.

Estância balneária

Ilhabela é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual.

Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional.

Também, o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de Estância Balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

História
Mapa antigo de Ilhabela

Mapa antigo de Ilhabela

Pesquisas arqueológicas realizadas desde o final da década de 1990 mostram que pelo menos quatro das ilhas do arquipélago de Ilhabela foram habitadas muito antes da chegada dos europeus ao Brasil.

Isso foi possível graças à descoberta de sítios arqueológicos pré-coloniais denominados “concheiros”, “abrigos sob rocha” e “aldeias indígenas”.

Américo Vespúcio

Américo Vespúcio

Os “concheiros” permitiram aos arqueólogos concluírem que os primeiros habitantes do arquipélago foram os chamados “homens pescadores-coletores do litoral”, indígenas que não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica,sobrevivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos. Não existe ainda a datação de nenhum desses “concheiros”.

Também foi encontrada na Ilha de São Sebastião grande quantidade de cerâmica indígena da tradição Itararé, possivelmente produzida por indígenas do tronco linguístico macro-jê.

Não há, até o momento, nenhuma evidência arqueológica de que tenha existido no arquipélago alguma aldeia do tronco linguístico tupi.

Em 20 de janeiro de 1502 a primeira expedição exploradora enviada ao Brasil pelos portugueses, comandada pelo navegador português Gonçalo Coelho e trazendo a bordo o cosmógrafo italiano Américo Vespúcio, encontrou uma grande ilha que, segundo o aventureiro alemão Hans Staden, era chamada pelos tupis de Maembipe (“lugar de troca de mercadorias e resgate de prisioneiros”).

Thomas   Cavendish

Thomas Cavendish

Essa ilha, assim como fora feito em outros acidentes geográficos importantes, foi batizada pelos membros da expedição com o nome do santo do dia, São Sebastião. Também se diz que era chamada pelos indígenas por Ciribaí (lugar tranquilo).

Com a chegada do português Francisco de Escobar Ortiz sendo o primeiro povoador da ilha de S. Sebastião, onde obteve de Pero Lopes de Sousa, donatário da capitania, cem léguas de terra para si e sua nobre geração e de sua mulher Ignez de Oliveira Cotrim, que ambos vieram da capitania do Espírito Santo para a ilha de S. Sebastião.

Ignez de Oliveira Cotrim era bisavó do Capitão Bartolomeu Pais de Abreu, de João Leite da Silva Ortiz e de sua neta de mesmo nome Ignez de Oliveira Cotrim casada com Antônio de Faria Sodré irmão do Padre João de Faria Fialho.

Indios Tupi Guarani

Indios Tupi Guarani

Segundo escreveu Pedro Taques de Almeida Pais Leme, foi Francisco de Escobar Ortiz senhor de dois engenhos de açúcar, os primeiros na ilha.

Devido a sua posição estratégica era muito utilizada para fazer “aguada” ou seja, caravelas e galeões de passagem paravam na ilha para pegar água fresca e viveres.

Entre os anos de 1588 e 1590 passaram por essa ilha os corsários ingleses Edward Fenton e Thomas Cavendish, esse último depois de ter sido derrotado em Vitória do Espírito Santo, voltou a ilha buscando refúgio, mas sofreu mais uma grande perda de homens em um embate quando uma milicia de portugues os atacaram em uma noite sem que esperassem.

Igreja Matriz de N. Sra. D`Ajuda

Igreja Matriz de N. Sra. D`Ajuda

Em 1608 chegariam outros sesmeiros que viriam a se estabelecer em ambas as margens do Canal de São Sebastião. Em 16 de março de 1636 seria criada a Vila de São Sebastião, que se desmembrou político administrativamente da Vila do Porto de Santos. A nova Vila abrangeu também o território da Ilha de São Sebastião.

Capitania de Santo Amaro

Capitania de Santo Amaro

No começo do século XIX, quando a Ilha de São Sebastião contava com cerca de três mil habitantes e seu principal povoado chamava-se Capela de Nossa Senhora D’Ajuda e Bom Sucesso.

Nessa época foi iniciado um movimento por emancipação da Ilha de São Sebastião da Vila de São Sebastião, liderado pelo capitão Julião de Moura Negrão, pelo Alferes José Garcia Veiga e pelo senhor de engenho Carlos Gomes Pereira.

Sensibilizado, o capitão-general (cargo equivalente, nos dias de hoje, ao de governador) Antônio José da Franca e Horta baixou, em 3 de setembro de 1805 a portaria elevando a antiga Capela de Nossa Senhora D’Ajuda e Bom Sucesso à condição de Vila.

Antiga Cadeia e Forum

Antiga Cadeia e Forum

Por indicação do próprio Franca e Horta, a nova vila seria denominada Vila Bela da Princesa, em homenagem à Princesa da Beira, a Infanta Dona Maria Teresa Francisca, filha mais velha de D. João VI e D. Carlota Joaquina, irmã de D. Pedro I. Vila Bela da Princesa foi oficialmente instalada à 23 de janeiro de 1806.

Em 21 de maio de 1934, o governo paulista realizou, em meio a grave crise econômica pela qual atravessava o país, uma reestruturação na divisão territorial do Estado, quando extinguiu 18 pequenos municípios, entre eles o de Vila Bela da Princesa (cujo nome já havia mudado para Vila Bela), que voltou a integrar o território da Vila de São Sebastião.

A extinção do município foi revogada em 5 de dezembro de 1934. Por imposição do governo ditatorial de Getúlio Vargas que baixou o decreto federal nº 2140, o nome de Vila Bela mudou, a partir de 1º de janeiro de 1939, para  Formosa.

Inconformados, os moradores iniciaram um movimento popular contra o novo nome até que, em 30 de novembro de 1944, o governo estadual baixou o decreto nº 14334, mudando o nome do município, a partir de 1º de janeiro de 1945, para Ilhabela.

ROTEIRO HISTÓRICO

Primeira expedição que aportou no local estava sob o comando de Américo Vespúcio. Era 20 de janeiro de 1502 e a iIha recebeu o nome de São Sebastião, o santo do dia. Urbanizado e sofisticado,o município movimenta-se no charmoso centrinho e na Rua do Meio da Vila, entre construções em estilo colonial, antiquários e uma ótima infra-estrutura de serviços com hotéis, restaurantes e bares rústicos ou requintados.

Igreja Matriz de N. Sra. D`Ajuda: 1806; piso de mármore espanhol, o forro da nave pintado a óleo reproduz Nossa Senhora da Ajuda e escadaria com imagens de São Sebastião, São Benedito e São Paulo; Praça Prof. Alfredo Oliani 53, Centro Histórico.

Antiga Cadeia e Forum: construção em estilo militar de 1911; Praça Professor Alfredo Oliani, Centro Histórico.

Canhões: peças da artilharia real portuguesa de 1520, 1526 e 1540, expostas próximo ao píer da Vila.

Canoa Caiçara de Voga: era utilizada para transportar café, banana e outros produtos no período colonial; em exposição no Centro Histórico.

Fundação Arte e Cultura: no prédio colonial onde funcionou a Prefeitura ate 1998; exposições permanentes de arte; ESPAÇO DO ARTESÃO; no local são comercializados objetos produzidos por artistas da região e comunidades caiçara, Rua Doutor Carvalho 80, Centro Histórico.

Painel Turístico: obra de Alfredo Oliani em pedra e azulejo, apontando os principais pontos turísticos no mapa do município.

NAUFRÁGIOS

Ao sul e a leste de IIhabela, entre 30 e 100 m da costa, encontram-se vários navios naufragados, hoje habitados par cardumes tropicais.

O mais famoso é o transatlântico espanhol, PRINCIPE DE ASTÚRIAS, que deixou o porto de Cadiz,na Espanha, com 500 passageiros a bordo, rumo a Buenos Aires, mas naufragou na Ponta de Piratuba em 3 de março de 1916.

Principe das Astúrias

Principe das Astúrias

Outros naufrágios entraram para a história de Ilhabela: O navio vela-vapor DART do Correio Real Inglês (1884) na Ponta da Sepituba; o vapor inglês VELÁZQUEZ (1908) que bateu contra a Ponta da Sela; o cargueiro THERESINA (1919) que afundou a nordeste de Borrifos, onde sua hélice é a principal atração dos mergulhadores; e o cargueiro brasileiro AYMORÉ (1920), perto da Praia do Curral.

Geografia

O município arquipélago de Ilhabela possui um território de 348,3 km² (IBGE) e suas principais ilhas são, pela ordem em termos de área, a de São Sebastião, a dos Búzios, a da Vitória e a dos Pescadores – todas habitadas.

Carta Náutica de Ilhabela

Carta Náutica de Ilhabela

Fazem parte ainda do arquipélago os ilhotes das Cabras, da Sumítica,da Serraria, dos Castelhanos, da Lagoa, da Figueira e das Enchovas. A Ilha de São Sebastião – onde fica a área urbana do município – está localizada defronte aos municípios de São Sebastião a noroeste e Caraguatatuba a norte.

Com 337,5 km², a Ilha de São Sebastião é a segunda maior ilha marítima do Brasil, superada apenas pela de Santa Catarina, que abriga a maior parte do município de Florianópolis, a capital de Santa Catarina. Em sua orla – com cerca de 130 quilômetros extensão – o relevo desenha reentrâncias e mergulhos, com 45 praias principais e outra dezena de pequeninas praias situadas, irregularmente, ao pé das escarpas.

A Ilha de São Sebastião está separada do continente pelo Canal do Toque-Toque, que possui cerca de 18 quilômetros de extensão e largura variando em torno de dois a cinco quilômetros.

É possível atingi-la através do serviço de travessia por balsas da Travessia São Sebastião-Ilhabela da Dersa.
A ilha possui um relevo bem acentuado, com montanhas com mais de mil metros de altura. Essas formações com grande altitude fazem uma barreira para os ventos carregados que vêm do mar, e por isso, mesmo com características tropicais. A distância entre o extremo sul e o extremo norte da ilha é de mais de 22 km.

A Península do Boi, localizada na porção sudoeste da ilha, corre cerca de 8 km mar adentro.

A ilha possui duas faces distintas: a face voltada para o continente é a mais urbanizada e populosa, e as praias são as mais calmas, badaladas e poluídas.

Já a face voltada para o oceano é pouco habitada, sendo que a maioria desses habitantes fica na Praia de Castelhanos, a única do lado oceânico acessível de carro (embora só jipes possam fazer o trajeto até o local).

Por estarem voltadas para o mar, essas praias têm ondas mais fortes, atraindo surfistas.

Uma das características marcantes de Ilhabela é a predominância da Mata Atlântica, sendo a Serra de Ilhabela coberta pela floresta latifoliada tropical úmida de encosta.

Dentre todos os municípios abrangidos pela Mata Atlântica, Ilhabela foi aquele que mais preservou a floresta no período compreendido entre os anos de 1995 a 2000, graças a um programa de contenção da expansão urbana desordenada que é desenvolvido pela administração municipal na área de entorno do Parque Estadual de Ilhabela.

Clima

O clima da região é o tropical litorâneo úmido ou tropical atlântico, classificado como Aw.

Tem clima quente e úmido, com temperatura média anual de 24,8°C e precipitação anual de 1.504 mm.

O mês mais quente é fevereiro, com temperatura média de 28,2°C e o mais frio é julho com 20,7°C,sendo que a precipitação é mais concentrada nos meses de verão.

No entanto, devido às diferenças altimétricas, é possível a ocorrência de diferentes climas em Ilhabela, como o tropical de altitude ou mesmo subtropical nas áreas montanhosas e nos picos.

Áreas muito elevadas (acima de 1.000 m) tendem a apresentar temperaturas bastante inferiores às da parte que fica ao nível do mar.

Parque Estadual de Ilhabela

O Parque Estadual de Ilhabela (PEI) foi criado em 20 de janeiro de 1977, pelo decreto estadual nº 9414, com área de 27,025 hectares, o que corresponde a cerca de 78% do território abrangido pelo arquipélago Ilhabela.

O Parque Estadual de Ilhabela (PEI) localizado no município-arquipélago marinho de Ilhabela, foi criado em 20 de janeiro de 1977, pelo decreto estadual nº 9414, com área de 27,025 hectares, o que corresponde a cerca de 78% do território abrangido pelo arquipélago Ilhabela.

Os limites do PEI são estabelecidos por cotas altimétricas. Toda a região da Ilha de São Sebastião voltada para o Canal de São Sebastião, entre as pontas das Canas e da Sela, o limite do PEI é estabelecido pela cota altimétrica 200 (metros de altitude).

Toda a área acima desta cota de altitude, portanto, pertence ao PEI. Entre a ponta das Canas e a praia da Figueira (na Baia dos Castelhanos), o limite do PEI se encontra na cota 100, o mesmo acontecendo no trecho da Ilha de São Sebastião que fica entre a ponta da Sela e a praia da Indaiatuba (na Enseada das Enchovas).

Entre as praias da Indaiatuba e da Figueira (abrangendo toda a Península do Boi) o limite do PEI se estende até o nível do mar. Todas as demais ilhas e ilhotas do arquipélago de Ilhabela pertencem à área abrangida pelo PEI, cuja administração é realizada pela Fundação Florestal, órgão da ecretaria estadual do Meio Ambiente.

papagaio-moleiro

papagaio-moleiro

O PEI tem como objetivo garantir a proteção dos remanscentes da Mata Atlântica que, por ser um dos biomas mais ameaçados do planeta, foi declarada como sendo Reserva da Biosfera pela Unesco.

Dentro das dezenas de espécimes da flora podemos destacar o jequitibá, o jatobá, o guapuruvu, o cedro, o louro-pardo, a bicuiba, a figueira, a canela-moscada, o pau-d’alho, o pau d’arco, os ipês branco, amarelo e roxo.

jaguatirica

jaguatirica

Mamíferos como o macaco-prego, a jaguatirica e a paca ainda são vistos, embora muito raramente. O caxinguelê, por outro lado, é bastante comum. Tucano, maritaca, tiê-sangue, macuco, gavião-pega-macaco, apuim-das-costas-amarelas, jacu e jacutinga, entre outros, compõem a avifauna do PEI. O cururuá, é espécie de roedor endêmica da Ilha de São Sebastião, ou seja, só existe nesse ecossistema, mas está ameaçado de extinção.

Falar sobre as aves de Ilhabela  é maravilhoso, imaginem um conjunto de ilhas formado por Mata Atlântica, imaginem que além das aves fantástica que esse tipo de floresta pode nos proporcionar Ilhabela ainda nos reserva todo fascínio das aves marinhas e ainda apresenta um relevo contendo montanhas com mais de 1.300m de altitude repleta de espécies só encontradas nesse tipo de ambiente, tudo isso e ainda por cima as aves migratórias que nos visitam todos os anos.

macaco-prego

macaco-prego

Podemos  mencionar aves mais populares como o papagaio-moleiro, o tucano-de-bico-verde, o tiê-sangue e uma infinidade de outras aves tidas como comuns e também poderia mencionar algumas raridades do estado de São Paulo como a jacutinga, o uru, o gavião-pombo-pequeno a sanã-castanha, o grupo dos albatrozes, dos falcões e gaviões, os beija-flores  e mais uma porção maravilhosas de aves que escolheram viver em Ilhabela.

Por possuir áreas de difícil acesso, o arquipélago de Ilhabela serve também como refúgio para espécies de aves migratórias que lá encontram pousada e alimento, durante o intervalo de grandes jornadas que realizam todos os anos.

Além da fauna e flora, o PEI abriga oito dos dezoito núcleos de comunidades tradicionais caiçaras de Ilhabela.

Praias da Ilhabela

A ilha possui 36 km de praias.

Praia de Pedras Miudas (Ilha das Cabras)Ponta da Cabeçuda
Ponta AzedaPraia da Armação
Ponta do PequeáPraia da Caveira
Praia da FeiticeiraPraia da Figueira
Praia da SiriúbaPraia da Fome
Praia da VilaPraia da Guanxuma
Praia de Santa TeresaPraia da Pacuíba
Praia do BarreirosPraia da Serraria
Praia do CurralPraia das Enchovas
Praia do JuliãoPraia de Indaiaúba
Praia do PortinhoPraia do Bonete
Praia do VelosoPraia do Gato
Praia do VianaPraia do Jabaquara
Praia Engenho d'ÁguaPraia do Pinto
Praia GrandePraia dos Castelhanos
Praia ItaguaçuPraia Mansa
Praia ItaquandubaPraia Saco do Eustáquio
Praia Garapocaia (Pedra do Sino)Praia Saco do Poço
Praia PerequêPraia Vermelha
Praia Saco do IndaiáSaco do Sombrio
Saco da Capela
Ilhas, ilhotes e lajes em Ilhabela

Ilhas: Ilha de Búzios, Sumítica, Pescadores, Serraria, Castelhanos e Ilha de Vitória.
Ilhotes: Lagoa, Figueira, Anchovas, Ilha das Cabras, Ilhote das Calhetas.
Lajes: Da Garoupa e do Carvão.

Pontos mais altos da Ilhabela
Pico de São Sebastião: 1.378 metrosPico do Ramalho: 1.205 metros
Morro do Papagaio: 1.307 metrosPico do Baepi: 1.048 metros
Pico da Serraria: 1.285 metros

Transporte

O principal acesso a Ilhabela, para quem vem de São Paulo ou do Vale do Paraíba, é feito pela Rodovia dos Tamoios que liga São José dos Campos a Caraguatatuba. Ao chegar a Caraguá, continua-se pela Rodovia Manuel Hipólito Rego, a SP-55, sentido Sul até São Sebastião.

A ligação entre São Sebastião e Ilhabela é feita pela Travessia São Sebastião-Ilhabela de balsas, operada pela Dersa. O percurso dura em média 15 minutos.

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